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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sugestão de peça teatral

         Para quem gosta de teatro e de dar boas risadas, haverá, em Santo André, um espetáculo de que gosto muito, intitulado "Improvável". É divertido e o mais legal, sempre um espetáculo diferente! As cenas são feitas na hora, de acordo com as frases e/ou palavras sorteadas, as quais são depositadas (pelo público) numa urna antes do início da peça!
   A apresentação será no dia 7 de setembro, no Teatro Municipal de Santo André, para maiores informações acesse o site improvavel.com.br .
  Caso queira conhecer o estilo da peça procure por 'improvável' no youtube. 
     Vale o investimento! É um ótimo espetáculo!!!
    

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Tudo tem um lado positivo!

"Os ventos que as vezes tiram

algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre..."
(Bob Marley)

       Um belo e positivo pensamento para começar a semana com esperanças renovadas!!! Afinal tudo tem um lado bom e um ruim... eu continuarei considerando sempre o lado bom! Nada melhor que ser otimista!! E acreditar que tudo é provisório... tudo passa... tudo muda... e que sempre temos uma escolha... é esta deve nos fazer bem e feliz...



domingo, 15 de agosto de 2010

É... o tempo passa rápido demais!

       Hoje ouvindo Oswaldo Montenegro comecei a pensar sobre o tempo, as escolhas que fazemos, a direção que nossa vida toma, os sonhos que temos, os quais não são todos realizados... a forma como pensamos, que muda muito com o passar dos anos...  as pessoas que por nós passam e se vão, deixam suas marcas, mas vão... e outras que ficam... algumas em que tanto confiamos e que acabaram nos decepcionando, outras a quem não dávamos importância e que mostrou-se das mais leais em momentos difíceis... É! O tempo passa muito rápido, e em muitos aspectos tenho a impressão de não ter vivido, de ter me acomodado ao invés de ir atrás do que acredito! 
Imagens retiradas da internet.
      Tudo isso foi de extrema importância nesse momento em que tomei uma decisão difícil, onde senti muito em romper os vínculos (com meus alunos). Mas, pensando profissionalmente era necessário! Temos que ter satisfação profissional, e reconhecimento é imprescindível para que isso ocorra!! E.... a vida continua!!

domingo, 8 de agosto de 2010

Insatisfações... conflitos internos....

       Quem me conhece, cursou a graduação comigo ou estava próximo neste período sabe que eu sempre estive 'em cima do muro'. Apesar de ser uma aluna estudiosa, que nunca teve dificuldades (exceto a exposição oral!)... estava sempre me perguntando o que eu estava fazendo num curso de licenciatura. E sabe porquê? Pela desvalorização docente! É, sou aquele tipo de pessoa que se dedica a qualquer coisa  que se proponha a fazer, assim não tenho problemas com nenhuma área, isso fez com que eu vivesse uma "crise existencial", afinal qual é o sentido de ser professora se poderia ser uma administradora e ter uma remuneração muuuito melhor, talvez com menos dedicação... é... uma sociedade capitalista, valores, idealismos... quando se junta tudo isso a crise é certa!!
       Levei muito tempo para aceitar, mas percebi que de nada adianta reclamar, pois no fundo eu gosto de educar, e me pego tantas vezes indignada com o descaso geral em torno da educação, e especialmente o descaso de vários colegas que se preocupam com estabilidade, duas férias ao ano e nada mais! Que resolvi aceitar ...rsrs... afinal me faz bem saber que posso fazer  diferença junto as crianças que por minha vida passarem... sei que não vou salvar o mundo, tampouco enriquecer, mas serei feliz  fazendo a minha parte...serei a mudança que eu quero ver no mundo (como disse Gandhi).
       Tudo isso para concluir que é hora de correr atrás do que acredito, sendo por meio da educação formal ou não! O que não dá é para me acomodar... isso não faz parte do meu jeito de ser... sou movida pelas insatisfações, por acreditar... no futuro, em mim... no ser humano... e por saber que crises nos fazem evoluir... e que apesar de dias não tão bons, de momentos difíceis, tudo pode melhorar... depende de nós!!!
       Para concluir deixo uma frase da minha querida Clarice Lispector, que me acompanha em muitos momentos e aspectos da vida:


"E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A felicidade e a maturidade

       Outro mês se inicia e assim aproximamo-nos mais do final de outro ano...o tempo passa cada vez mais rápido, não acha?
       Bem! Pensando nisso quero dividir aqui mais um texto que gosto muito! Ele me faz bem... faz pensar num futuro não tão distante, o qual algumas pessoas vivem e outras viverão... ele fala do futuro, o futuro que, acredito, todos desejamos.... com felicidade, independência! Com aquela sensação de quem batalhou, se esforçou e chegou onde queria, ou perto.
       É uma texto da Martha Medeiros... espero que apreciem!





"35 anos para ser feliz
 
Martha Medeiros


Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.

A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.

Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.

Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonitee não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.

Depois que cumprimos as missões impostas no berço — ter uma profissão, casar e procriar — passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta."

(Texto extraído do livro "Trem-bala", L&PM Editores - Porto Alegre, 2002, pág.147.)

       Boa semana a todos!!!

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